Prezados, graça e paz do Senhor seja convosco.
Sabemos que a leitura é muito importante, ela nos auxilia em todas as áreas da vida. Na Escola Dominical então, é indispensável.
Aproveito artigo abaixo.
Ageu Santos
Ler bons livros deve ser um hábito na vida de todo professor. Essa leitura não deve limitar-se a bíblia, mas amplia-se na utilização de livros e textos auxiliares que levem ao questionamento, desenvolvimento do raciocínio, permitindo ao leitor refletir, analisar diferentes aspectos e contextos do mundo antigo e contemporâneo.
É fato que a maioria dos professores da escola dominical além de ministrarem aula, exercem outras atividades na sua vida pessoal. Trabalham, estudam, há a responsabilidade com a família, não lhes restando muito tempo para se dedicarem ao preparo das aulas. São voluntários que se esforçam para ministrarem uma boa aula mesmo não tendo muitas vezes, a qualificação necessária.
No ambiente da escola dominical identifica-se um percentual elevadíssimo de alunos que sabem ler mas não conseguem interpretar. Muitas dessas pessoas são usadas por Deus, porém, não conseguem entender textos básicos da bíblia.
É necessário que o professor esteja atento e consiga identificar as características da comunidade e as características individuais dos alunos.
O professor precisa ter uma nova leitura de mundo, convicto de que o Espírito Santo revela as verdades da Palavra de Deus, mas não exclui ou anula a necessidade de métodos de ensino com a proposta de provocar mudanças.
O evangelho provoca mudanças. “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui” (Atos 17:6). Transformação moral, social e espiritual.
Jurema de Souza Martins
Assembléia de Deus Ministério Barão de Petrópolis
Congregação Filadélfia – Rio de Janeiro – RJ
Preletora, educadora
Graduando Teologia Ministerial e Pedagogia
Jusm_01@yahoo.com.br
Fonte: http://www.ensinodominical.com.br/
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Pesquisa com donos de veículos Toyota revela satisfação de 98%
Fonte: http://www.kyotomotors.com.br/imprime.php?cid=569&sid=44
Acessado em 22/12/2010 as 09:15hs.
Acessado em 22/12/2010 as 09:15hs.
sábado, 18 de dezembro de 2010
EBD. QUANDO O CRENTE NÃO ORA
Lição 12
QUANDO O CRENTE NÃO ORA
Texto Áureo: Js. 9.14 – Leitura Bíblica: Jn.1.1-5,11,12,13
Texto Áureo: Js. 9.14 – Leitura Bíblica: Jn.1.1-5,11,12,13
Pb. José Roberto A. Barbosa
Objetivo: Despertar os alunos para os riscos da falta de oração na vida dos crentes e os resultados que essa ausência pode resultar.
INTRODUÇÃO
Orar é um mandamento bíblico, mas é também uma necessidade. Como disse certo pensador, a apostasia começa pelos joelhos. A oração é para a alma o que o oxigênio é para o corpo. A partir de tais assertivas, estudaremos, na lição de hoje, sobre o perigo de deixar de orar. A princípio, meditaremos na situação de Jonas, que, ao invés de orar, resolveu agir, sem a direção de Deus. Em seguida, mostraremos quais são alguns empecilhos à oração. Ao final, meditaremos sobre alguns motivos pelos quais o crente não pode deixar de orar.
1. A FALTA DE ORAÇÃO DE JONAS
A história bíblica de Jonas é um caso sui generis de experiência com Deus. Jonas, ao contrário do que se possa pensar, não orou ao Senhor porque sabia que Ele poderia responder. E, conforme sabemos, Deus o havia enviado a profetizar a necessidade de arrependimento aos ninivitas. Ao invés de cumprir a vontade do Senhor, o profeta resolveu tomar uma decisão precipitada, fugiu para não entregar a mensagem recebida de Deus. O temor de Jonas era que a população de Nínive, que oprimia os israelitas, se arrependesse, e o Senhor os poupasse, algo o profeta não desejava. Enquanto fugia, o navio no qual Jonas se encontrava foi acometido por uma violenta tempestade. Os pagãos que acompanhavam o profeta oraram ao Deus de Israel, reconhecendo o pecado de Jonas e poder de livramento do Senhor (Jn. 1.14). Enquanto isso, o profeta fujão se escondia da responsabilidade, ocultando-se em suas credenciais religiosas (Jn. 1.9). Por fim, Jonas percebe que a forma da tempestade passar é que ele, a causa de toda calamidade, seja lançado ao mar e engolido por um grande peixe (Jn. 1.12). Naquele ambiente inóspito, Jonas finalmente resolve orar ao Senhor (Jn. 2.1-9). A oração do profeta é resultante da sua necessidade, ele sabe que não pode esperar em outro que não seja o Senhor, por isso, naquele lugar solitário, pede a Deus, com fé, que o livre daquela situação (Jn. 2.4,7). Deus responde a oração de Jonas, revelando que não importa em que situação estejamos, ainda que haja indisposição para orar, Ele, mesmo assim, está apto a nos ouvir (Jn. 2.7).
2. ALGUNS EMPECILHOS À ORAÇÃO
Existem vários empecilhos à oração, isso porque o homem moderno, diante do modernismo, passou a confiar menos
3. MOTIVOS PARA O CRENTE ORAR
Quando o crente não ora, é possível que esteja enfrentando algum obstáculo: falta de comunhão com os irmãos da igreja (I Jo. 3.15), uma língua que profere maldade (Is. 59.3) e desobediência premeditada (Pv. 28.9). Mas Deus trabalha nas situações a fim de que o crente tenha motivos para orar. Às vezes passamos pela escola da aflição, e, por meio dela, somos levados a buscar ao Senhor (Sl. 102.2). Há momentos
CONCLUSÃO
Somos tentados, todos os dias e a todos os momentos, a deixar de orar. A sensação de auto-suficiência humana nos quer fazer acreditar que podemos resolver tudo sozinhos, como fez Moisés ao ferir o egípcio, a confiar no próprio braço, mas bendito é o homem e a mulher que confia no Senhor (Jr. 17.5-7). Deixar de orar é uma atitude muito arriscada, pois o crente que assim procede não cresce espiritualmente (Os. 6.3), deixa de dar prioridade a atuação de Deus (Mt. 6.33), vive a partir do senso de auto-suficiência (Rm. 8.28), não dá glória a Deus em seus projetos (Pv. 3.6) e não aprende a confiar na providência divina (Sl. 118.8).
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